As férias escolares do meio do ano de 2027 terão um calendário diferente em todo o país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que estabelece as regras para a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, determinando também a adequação do calendário das redes pública e privada de ensino para coincidir com o período da competição.
Com a medida, os sistemas de ensino deverão programar o recesso escolar entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, período em que o Brasil sediará, pela primeira vez, o maior torneio do futebol feminino mundial.
Medida busca facilitar logística
A alteração faz parte do conjunto de normas previstas na legislação que regulamenta a organização do evento.
Além da mudança no calendário escolar, a lei trata de temas como segurança pública, comercialização de ingressos, publicidade, funcionamento de estabelecimentos comerciais e demais aspectos necessários para a realização da competição.
Segundo o governo, a adequação das férias pretende facilitar a mobilidade nas cidades-sede, reduzir impactos sobre o transporte urbano e permitir que estudantes e famílias acompanhem o torneio.
Oito capitais receberão os jogos
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada em oito cidades brasileiras:
- Belo Horizonte (MG);
- Brasília (DF);
- Fortaleza (CE);
- Porto Alegre (RS);
- Recife (PE);
- Rio de Janeiro (RJ);
- Salvador (BA);
- São Paulo (SP).
A expectativa é que o evento movimente o turismo, a economia e incentive o desenvolvimento do futebol feminino no país.
Primeira edição realizada na América do Sul
A competição marcará a 10ª edição da Copa do Mundo Feminina da FIFA, criada em 1991, e será a primeira realizada na América do Sul.
Ao longo da história do torneio, os Estados Unidos são a seleção mais vitoriosa, com quatro títulos mundiais, seguidos por Alemanha, Noruega, Japão e Espanha.
Para o Brasil, sediar a competição representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade do futebol feminino, estimular a prática esportiva e fortalecer o legado esportivo deixado pelo evento.
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