O Governo Federal do Brasil anunciou um reforço de R$ 20 bilhões no orçamento do Minha Casa Minha Vida, elevando o total disponível para R$ 200 bilhões em 2026. O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco na Faixa 3, destinada a famílias com renda de até R$ 9.600.
A meta é financiar 3 milhões de moradias até o fim do ano, ampliando o acesso à casa própria e impulsionando o setor imobiliário.
Estímulo à reforma e ampliação do crédito
Além do financiamento habitacional, o governo pretende fortalecer o programa Reforma Casa Brasil, voltado a famílias que já possuem imóvel, mas necessitam de melhorias estruturais.
Entre as mudanças anunciadas:
- Aumento do limite de renda para acesso ao crédito de reforma para R$ 13 mil
- Redução da taxa de juros de 1,95% para 0,99% ao mês
- Ampliação do valor máximo de financiamento de R$ 30 mil para R$ 50 mil
- Prazo de pagamento de até 72 meses
As medidas se somam a ajustes recentes no FGTS, que elevaram o teto dos imóveis da Faixa 3 para R$ 400 mil.
Impacto na construção civil
O pacote deve gerar um aquecimento relevante na construção civil e no mercado de materiais, ampliando a demanda e estimulando a geração de empregos.
Ao reduzir juros e ampliar limites de crédito, o governo busca incluir novos consumidores e reduzir os impactos da volatilidade econômica no setor habitacional.
Perspectivas do mercado
Analistas projetam aumento nas contratações via Caixa Econômica Federal, principal operadora do programa.
No entanto, o desempenho da iniciativa dependerá de fatores como o controle dos custos de insumos e a estabilidade da inflação ao longo de 2026.
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