Criado para enfrentar a escassez de profissionais qualificados em tecnologia no Brasil, o Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli) acaba de conquistar reconhecimento internacional ao figurar entre as 100 instituições de ensino superior mais inovadoras do mundo no World University Rankings for Innovation.
A instituição, idealizada por André Esteves, chairman do BTG Pactual, e Roberto Sallouti, CEO do banco, foi criada com o objetivo de aproximar educação, tecnologia e demandas reais do mercado de trabalho, formando profissionais preparados para atuar em áreas estratégicas da economia digital.
O ranking internacional, desenvolvido por pesquisadores sul-coreanos, avalia a capacidade das universidades e faculdades de transformar conhecimento acadêmico em soluções concretas para empresas, governos e sociedade.
O Inteli aparece na 100ª posição da classificação, resultado alcançado pouco mais de quatro anos após sua fundação.
Ensino baseado em projetos e solução de problemas
Um dos diferenciais da instituição é a metodologia de aprendizagem baseada em projetos (project-based learning), modelo em que estudantes desenvolvem soluções práticas para desafios apresentados por empresas privadas, organizações sociais e instituições públicas.
Segundo dados divulgados pela instituição, alunos já participaram da criação de quase 800 protótipos em parceria com diferentes organizações, alcançando índice de satisfação de 94%.
A proposta busca reduzir a distância entre formação acadêmica e necessidades do setor produtivo, um dos desafios frequentemente apontados por empresas de tecnologia no Brasil diante da escassez de mão de obra especializada.
Bolsas integrais e formação de lideranças
Além do modelo acadêmico, o Inteli mantém programas de bolsas que cobrem integralmente mensalidades e custos de vida dos estudantes, ampliando o acesso à formação tecnológica de alto nível.
A iniciativa pretende desenvolver profissionais com competências em tecnologia, inovação e liderança, alinhando educação às transformações do mercado de trabalho e às demandas da economia digital.
O reconhecimento internacional reforça o debate sobre novos formatos de ensino superior no país e o papel da educação aplicada na preparação de talentos para setores estratégicos.
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