A Astor, fundada por brasileiros nos Estados Unidos, levantou US$ 5 milhões (cerca de R$ 26 milhões) em rodada de investimento para desenvolver uma ferramenta baseada em inteligência artificial capaz de atuar como assessor financeiro digital.
A captação foi liderada pela Monashees e contou com a participação da Y Combinator, além da Goodwater Capital e investidores-anjo, incluindo executivos de empresas como Stripe e OpenAI.
IA aplicada às decisões financeiras
A proposta da Astor é criar um sistema que utilize inteligência artificial para auxiliar usuários na gestão de suas finanças e investimentos, substituindo, em parte, o papel de assessores humanos.
Segundo um dos fundadores, Bruno Koba, a ideia surgiu a partir da evolução dos modelos de IA.
“Com o avanço da inteligência artificial, vimos que as pessoas passariam a utilizá-la cada vez mais para tomar decisões financeiras. Então pensamos em criar um produto que tenha contexto da vida financeira do usuário e ajude nessas escolhas”, afirma.
Tendência de automação no setor financeiro
O movimento acompanha uma tendência global de uso de inteligência artificial no mercado financeiro, com soluções cada vez mais personalizadas e baseadas em dados.
A proposta da startup é integrar informações financeiras e oferecer recomendações mais precisas, ampliando o acesso a ferramentas antes restritas a investidores com maior poder aquisitivo.
Leia mais:
Banco do Brasil lança plataforma gratuita de educação financeira aberta ao público.





