sexta-feira, fevereiro 3, 2023
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Azevedo & Travassos fecha contrato de R$1 bi para construção do Casa Verde e Amarela

A construtora Azevedo & Travassos (AZEV3) fechou contrato de cerca de R$ 1 bilhão para construção de até 5.760 unidades habitacionais do programa Casa Verde e Amarela, do Governo Federal. Em fato relevante, a empresa informa que assinou Memorando de Entendimento com a Mais Lar Engenharia Ltda, empresa especializada em construção civil de imóveis residenciais, que será responsável pela construção do empreendimento.

As unidades serão construídas no terreno de propriedade da companhia, onde está situada a sua sede, em São Paulo. A elaboração de projetos e obtenção das licenças e autorizações necessárias para a implementação do empreendimento iniciarão de imediato, como acordado entre as empresas. O Valor Geral de Vendas (VGV), para o projeto preliminar, é de R$ 1,094  bilhão.

Em contrapartida à disponibilização dos imóveis para a construção do empreendimento, a Azevedo & Travassos receberá o equivalente a 10% sobre o valor de venda de cada unidade habitacional construída. A remuneração, portanto, será paga na medida e proporção dos pagamentos efetuados pelos adquirentes.

Excluída a remuneração devida pela disponibilização dos imóveis, a companhia e a Mais Lar participarão em igualdade de condições na execução das unidades ficando, cada uma das partes, responsável por 50% (cinquenta por cento) dos recursos necessários para o empreendimento, assim como 50% (cinquenta por cento) do seu resultado.

A consumação das operações previstas no Memorando de Entendimentos está sujeita a determinadas condições que incluem, entre outras, a obtenção das licenças e aprovações necessárias para a construção do empreendimento, a liberação dos ônus e garantias que incidem sobre os imóveis no prazo de 24 meses da assinatura do ME.

Azevedo & Travassos

Fundada em 1922, a empresa prestadora de serviços de engenharia e construção em geral, passou por duas mudanças significativas na década de 50 em sua estrutura organizacional: foi elevada à condição de Sociedade Ltda e, em seguida transformada em Sociedade Anônima com o nome de Azevedo & Travassos S.A. Engenharia, Construções e Comércio.

Em junho de 1984, a razão social foi alterada para Azevedo & Travassos S.A. e tornou-se uma empresa de capital aberto, obtendo seu registro na CVM em 20 de julho de 1984. Concomitantemente à abertura do capital social houve a cisão da IMOBEL, que deixou de fazer parte do capital da empresa. Na década de 80 consolidou-se nas atividades de montagem de oleodutos e gasodutos com a contratação destes serviços pela PETROBRAS e COMGÁS, além do início das atividades de pesquisa e exploração de petróleo no âmbito dos contratos de risco, com a criação da Azevedo & Travassos Petróleo S.A. (ATP) e da Companhia Potiguar de Perfurações (CPP).

Em março de 1987, foi criada a Azevedo & Travassos Industrial S.A. (ATI), com o objetivo de desenvolver e fabricar peças e equipamentos para a Indústria do Petróleo. Em 1993, a Azevedo & Travassos S.A., a ATSA incorporou a CPP, passando a deter a tecnologia, equipamentos e acervo técnico, credenciando-se assim a disputar o mercado de perfuração de poços profundos para petróleo, água, sal e mineração.
Em outubro de 2000, a ATE foi habilitada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) como operadora de campos de petróleo em terra, devido à grande experiência obtida no extenso trabalho desenvolvido pela ATP nas áreas terrestres da Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte. Essa habilitação permite a participação em leilões da ANP.

Em março de 2018, a Azevedo & Travassos Desenvolvimento Imobiliário – Projeto IV Ltda. (ATDI-IV) foi transformada na Azevedo & Travassos Infraestrutura Ltda. (AT- INFRA). A Azevedo & Travassos S/A. (ATSA) e as suas controladas Azevedo & Travassos Engenharia Ltda. (ATE), Azevedo & Travassos Infraestrutura Ltda. (AT – INFRA) centralizam atualmente as suas atuações nas áreas da construção pesada, construção pesada e construção civil, montagem eletromecânica, furo direcional e perfuração de poços e desenvolvimento imobiliário. No primeiro semestre de 2021, as suas ações subiram cerca de 87% e custa, hoje, R$ 7,42.

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