domingo, julho 21, 2024
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GLP firma com a Shein seu maior contrato de locação no Brasil

A GLP, uma líder global desenvolvedora e operadora de galpões logísticos, data centers, energia renovável e tecnologias relacionadas, acaba de anunciar seu maior contrato de locação com a Shein, varejista global online de moda, beleza e lifestyle. A Shein assinou os primeiros contratos de locação com a GLP, no Brasil, em 2022.

Com o novo contrato, de aproximadamente 135 mil m², no mesmo condomínio classe AAA – o GLP Guarulhos II – a Shein ocupará o maior galpão já construído pela empresa no País. O empreendimento está localizado a 18 km da capital paulista, próximo às rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna, principais vias de acesso ao eixo Rio-São Paulo, os maiores centros consumidores do país.

Com essa locação, a Shein amplia sua área locada com a GLP para 216 mil m². O espaço será ocupado assim que as obras no condomínio logístico forem concluídas, em agosto deste ano.

A primeira fase das obras do empreendimento teve início em 2021, com 250 mil metros quadrados, quatro galpões e está 100% alugada. A conclusão da segunda e última fase com dois galpões, um deles locado pela Shein, está prevista para o terceiro trimestre de 2023, o que o torna o maior condomínio logístico classe AAA do mercado e da GLP no país, com cerca de 500 mil m² no total.

Os condomínios da GLP são desenvolvidos com ampla e moderna infraestrutura, utilizando os mais altos padrões construtivos, seguindo boas práticas de sustentabilidade, desde a concepção dos projetos, a construção, até as operações diárias dos clientes.

A ampliação da locação pela Shein visa atender com eficiência os consumidores brasileiros, em decorrência dos investimentos recentemente anunciados pela varejista para o país.

De acordo com o presidente da GLP Brasil, Mauro Dias, a empresa tem trabalhado com foco em antecipar as tendências de mercado para atender os principais players. “Ser escolhido pela Shein em um momento em que a empresa anuncia grandes investimentos no Brasil, nos faz ter certeza de que estamos no caminho certo em desenvolver instalações logísticas bem localizadas e eficientes que apoiam o crescimento dos nossos clientes”, afirma.

Já Felipe Feistler, General Manager da Shein no Brasil, diz que a parceria é um grande avanço de capacidade logística para a marca. “Ter o nosso terceiro galpão estrategicamente localizado entre os maiores centros de consumo do país é mais um passo em linha com os investimentos que anunciamos no Brasil. Queremos proporcionar a melhor experiência de compra possível aos nossos consumidores e a agilidade de entrega é um dos fatores-chave para isso”, destaca o executivo.

Investimento e geração de empregos no Brasil

Em abril, a Shein anunciou que fará um grande investimento no Brasil, a fim de tornar o País um pólo mais moderno de produção têxtil e de exportação para a América Latina. A empresa planeja estabelecer parceria com dois mil fabricantes locais e criar aproximadamente 100.000 empregos nos próximos três anos para produzir peças com a marca Shein.

Para apoiar os fabricantes brasileiros e aumentar a competitividade, a companhia investirá inicialmente 750 milhões de reais para fornecer tecnologia e treinamento aos fabricantes a fim de atualizar seus modelos atuais de produção para o modelo sob demanda da SHEIN.

Além do investimento na fabricação no Brasil, a Shein anunciou seu marketplace para vendedores locais para atender às demandas dos clientes brasileiros por uma variedade muito maior de produtos e categorias, bem como tempos de entrega mais rápidos. O modelo do marketplace começou a ser testado no País em 2022.

Um dos objetivos do marketplace é ajudar a capacitar a comunidade de vendedores locais para alcançar a base de clientes da empresa por meio do site e do aplicativo da companhia. Além disso, o modelo de marketplace também permite que os vendedores possam aproveitar ainda a vasta experiência em marketing, redes sociais, logística e ecossistema de distribuição da Shein.

A expectativa da Shein é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes como de vendedores.

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