O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou a saída de Rodrigo Agostinho da presidência da autarquia, cargo que ocupava desde 2023, no contexto do atual governo federal.
Durante sua gestão, marcada pelo alinhamento com a política ambiental do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, Agostinho conduziu um processo de reconstrução e fortalecimento institucional do órgão.
Para assumir interinamente a presidência, foi designado o atual diretor de Proteção Ambiental, Jair Schmitt, que ficará à frente do Ibama até a nomeação de um novo presidente.
A gestão de Agostinho foi caracterizada pela retomada do protagonismo do Estado na agenda ambiental brasileira, com ênfase na valorização da atuação técnica do Instituto e no fortalecimento das políticas públicas ambientais.
Em nota, o Ibama agradeceu ao Governo Federal, especialmente à ministra Marina Silva, pelo apoio na reconstrução das políticas ambientais e pela priorização da agenda socioambiental no país.
Ao deixar o cargo, Rodrigo Agostinho destacou a importância do trabalho coletivo e da manutenção de instituições públicas fortes e comprometidas com o interesse da sociedade.
A mudança ocorre em um momento estratégico para a agenda ambiental brasileira, com desafios relacionados à fiscalização, preservação de biomas e implementação de políticas sustentáveis.
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