O Dólar americano registrou queda firme no mercado brasileiro e encerrou o pregão cotado próximo de R$ 5,22, em um dia marcado pela melhora no humor dos investidores globais.
A valorização do Real brasileiro ocorreu em meio ao alívio nas tensões internacionais e à redução da aversão ao risco nos mercados financeiros. Nesse cenário, moedas de países emergentes voltaram a ganhar força frente à moeda norte-americana.
Segundo levantamento do mercado cambial, o real apresentou uma das maiores valorizações do dia entre cerca de 33 moedas acompanhadas globalmente.
Esse movimento costuma ocorrer quando investidores passam a direcionar recursos para ativos considerados mais arriscados — como ações e títulos de países emergentes — diminuindo a procura por ativos de proteção, como o dólar.
Além do ambiente externo mais favorável, fatores domésticos também contribuem para sustentar a moeda brasileira. O Brasil mantém uma das maiores taxas de juros reais do mundo, o que tende a atrair capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e outros ativos financeiros no país.
Esse diferencial de juros amplia a entrada de recursos internacionais e ajuda a fortalecer o real no mercado cambial.
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