OLVMH, maior conglomerado de luxo do mundo e controlador de marcas como Louis Vuitton, Dior e Sephora, encerrou 2025 com receita total de € 80,2 bilhões e lucro líquido de € 10,7 bilhões, consolidando sua liderança global no setor — embora em ritmo mais moderado que no ano anterior.
O principal motor do desempenho continuou sendo a divisão de Moda e Artigos de Couro, que reúne a Louis Vuitton e outras maisons do grupo. Esse segmento gerou € 37,7 bilhões (cerca de R$ 235,2 bilhões) em vendas, mantendo-se como o pilar central do negócio.
Mesmo assim, o resultado geral ficou 13% abaixo de 2024. O recuo foi atribuído pelo grupo a dois fatores principais:
- flutuações cambiais negativas, que reduziram o valor convertido das vendas em euro;
- enfraquecimento da demanda global por luxo, especialmente em alguns mercados-chave.
Para 2026, a estratégia declarada do LVMH é dupla:
- reforçar suas linhas mais icônicas (produtos que sustentam desejo e margem);
- ganhar eficiência operacional, com controle de custos e maior produtividade na cadeia de valor.
Analistas veem o movimento como uma aposta em qualidade e rentabilidade, em vez de expansão acelerada — uma mudança de tom após anos de crescimento quase ininterrupto do luxo global.
Leia mais:
Goyard estreia pop-up inédita no Brasil e antecipa nova boutique no JK Iguatemi.





